Agrupamento de Escolas de Vilela

terça-feira, 19 de outubro de 2021

De novo com as nossas publicações...

Queremos, antes de mais, desejar um bom ano a todos os nossos leitores.

Este mês - Outubro - Mês Internacional da Biblioteca Escolar, cujo tema, este ano, é "Contos de Fadas e Contos Tradicionais de todo o Mundo" e, neste contexto,estamos a dinamizar algumas atividades em todas as escolas do AEV.

Deixamos aqui o nosso cartaz alusivo ao tema e com a respetiva programação.



segunda-feira, 17 de maio de 2021

A primeira vacina faz hoje 225 anos!


Edward Jenner FRS (Berkeley, 17 de maio de1749 — Berkeley, 26 de janeiro de 1823) foi um naturalista e médico britânico que exercia clínica em Berkeley, filho de um vigário anglicano, Edward Jenner. Aos 14 anos, tornou-se aprendiz de cirurgião na sua terra natal. Mais tarde, estudou em Londres. Em 1772, voltou para Berkeley, onde se dedicou à medicina e ficou conhecido pela invenção da vacina da varíola - a primeira imunização deste tipo na história do ocidente.

Edward Jenner também se dedicou a outras áreas de pesquisa, colecionando fósseis e realizando pesquisas em horticultura. A primeira descrição da arteriosclerose foi dada por Jenner, como se verifica no seguinte texto:

“Depois de examinar as partes mais importantes do coração, sem encontrar nada que justificasse a morte súbita do doente ou os sintomas que a precederam, eu estava a fazer uma incisão transversal próximo da base do coração, quando a lâmina se deparou com alguma coisa dura, como se fossem pequenas pedras. Lembro que olhei para o velho tecto, pensando que algo tivesse caído de lá. Examinando melhor, a verdadeira causa apareceu: as coronárias tinham-se transformado em canais ósseos.”

Porém, o seu legado para a humanidade estará para sempre ligado ao princípio da vacinação e à varíola.

Em 1789, Edward Jenner observou que as vacas tinham nas tetas feridas iguais às provocadas pela varíola no corpo dos humanos. Os animais tinham uma versão mais leve da doença, a varíola bovina ou bexiga vacum. Em 1796, resolveu pôr à prova a sabedoria popular que dizia que quem lidava com gado não contraía varíola. Ao observar que as mulheres responsáveis pela ordenha, quando expostas ao vírus bovino, tinham uma versão mais suave da doença. Jenner conduziu a sua primeira experiência com James Phipps, um menino de oito anos.

Jenner inoculou o pus extraído de feridas de vacas contaminadas, recolhendo o líquido que saía destas feridas, e colocou-o em cima de arranhões que ele provocou no braço do menino. Este teve um pouco de febre e algumas lesões leves, tendo uma recuperação rápida. A partir daí, o cientista pegou no líquido da ferida de outro paciente com varíola e, novamente, expôs o menino ao material. Semanas depois, ao entrar em contacto com o vírus da varíola, a criança passou incólume à doença. Estava descoberta assim a propriedade de imunização.

No ano seguinte, relatou a sua experiência na Royal Society - a Academia de Ciências do Reino Unido -, mas as provas que ele apresentou foram consideradas insuficientes. Realizou então novas inoculações, noutras crianças, inclusive no seu próprio filho. Em 1798, o seu trabalho foi reconhecido e publicado. No entanto, os seus críticos procuravam ridicularizá-lo, denunciando como repulsivo o processo de infectar humanos com material colhido de animais doentes. No entanto, as vantagens da vacinação, foram logo tão evidentes, ao tornarem imune à varíola humana, uma das doenças epidémicas mais mortais da humanidade.

A varíola só seria erradicada na década de 1980, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Edward Jenner foi capaz de descobrir a vacina para essa doença que tanto matava naquela época.

https://www.oinstitutojenner.pt/o-instituto/quem-foi-edward-jenner/

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Dia Nacional dos Cientistas - 14 de maio

Ser cientista e português foi um assunto de debate nas salas de aula ao longo das últimas semanas.

O que faz um cientista? Como é ser cientista? Quem pode ser um cientista? Foram algumas das questões colocadas. Hoje, divulgam-se não só os trabalhos elaborados pelos alunos do AEV, desde o pré-escolar ao ensino secundário, nas nossas bibliotecas escolares e nas nossas escolas, realizar-se-á o webinar «Ser cientista português no séc. XXI» a partir das 15 horas, onde vários cientistas portugueses partilharão as suas «experiências e vivências» e será exibido, no blogue da biblioteca e na Página do Agrupamento, o vídeo sobre «Ciência e Poesia» realizado e editado pelos alunos que frequentam o clube Crescer com as Artes. As atividades realizadas serão incluídas num blogue, onde se registarão os momentos mais marcantes deste dia.

 Participa neste evento, sê um cientista ...,  pelo menos por um dia, e que seja o 14 de maio de 2021.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Dia Mundial do Livro - 23 de abril

     O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996. Foi instituído pela Unesco em 1995 e, por decisão da mesma, a 23 de Abril, data escolhida com base na tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de S. Jorge, e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do heróico cavaleiro. Neste dia, comemora-se também o Direito de Autor.


    Este ano, os ilustradores Susana Diniz e Pedro Semeano (dupla conhecida por Adamastor), Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração em 2020, conceberam a imagem do cartaz. Com ele, pretendem mostrar que, um ano após o início da pandemia, é o livro que continua a abrir-nos o espaço de isolamento físico, mas que também permite que o pensamento floresça e seja sempre cada vez mais livre.

    E porque, na cadeia do livro, todos somos precisos – escritor e ilustrador, editor, tradutor, revisor, designer, gráfica, distribuidora, livraria, mediador, biblioteca e leitor, a 23 de Abril (hoje, mas pode ser amanhã...) vai à livraria da tua zona ou encomenda online, e envia um livro para quem te é mais querido.

https://blogue.rbe.mec.pt/